Playspot responde!

Playspot responde!

Olá novamente caros leitores e seguidores! Esse presente artigo representa as respostas das publicadoras a uma matéria que escrevemos há alguns dias : “Veja os principais feedbacks de nossa pesquisa” . Caso não tenham visto, cliquem no link e contextualizem-se. Nossa intenção agora é apresentá-los as respostas que nos foram enviadas pelas empresas que responderam nosso email, onde formulamos um questionário baseado na matéria anterior para que nos fosse esclarecido tudo o que foi de mais recorrente em nossos feedbacks.

Anteriormente dissemos que estaríamos mandando emails para certas publicadoras e ainda esperamos respostas das mesmas. No presente momento, somente as publicadoras Level Up e Playspot nos retornou alguma resposta à nosso email. Você pode conferir as respostas da Level Up concedidas pelo Coordenador de Mídias Sociais “Forsetes” na matéria “Forsetes Responde!”

Enquanto ainda esperamos uma resposta por parte de todas as outras empresas, conseguimos em contato com o setor de marketing da playspot conversar um pouco com “Shiba”, que trabalha nesse setor.

As seguintes perguntas são as mesmas que mandamos para todas as outras empresas:

1 – Uma das preocupações recorrentes da comunidade são jogos que dependem muito do sistema de Cash. Fale-nos um pouco a respeito de até onde a publicadora tem parte no sistema de cash e como ela trata o sistema?

Shiba: Boa tarde pessoal, tudo bem com vocês? Primeiramente gostaria muito de agradecer pela oportunidade! É um prazer interagir com uma comunidade tão apaixonada e participativa quanto a TOS Brasil.

Analisando friamente, todos os jogos dependem do seu sistema de cash, pense que quando a empresa licencia um jogo, é como um investimento para ela, e esse valor de investimento precisa ser recuperado.

Partindo desse princípio, o papel da Playspot é negociar da melhor maneira possível os valores dos itens e isso reflete no preço. Por exemplo: Dólar X Real: não podemos simplesmente pegar o preço em dólar, multiplicar pelo real e colocar na loja. É preciso fazer uma análise de mercado, calcular e pesquisar até chegar a um valor atraente para os nossos jogadores.

Nesse ponto o relacionamento da publicadora com a desenvolvedora é fundamental para que ambas trabalhem juntas para entregar o produto com a melhor qualidade possível e com preços acessíveis.

2 – Outra preocupação relevante é o sistema anti-hack. O que vocês tem a nos dizer a respeito de como a publicadora trata esse sistema?

Shiba: A palavra da vez é imprescindível. A Playspot preza pelo bom ambiente dentro do jogo, pela diversão das pessoas e por um ambiente competitivo. Isso fica extremamente comprometido com qualquer tipo de prática ilegal dentro do jogo.

A Playspot se posiciona sempre a favor do jogo limpo, das práticas corretas e coibirá, não só com ferramentas anti-hacks, mas também com regras que punirão pesadamente qualquer usuário que tente atrapalhar esse bom ambiente que estamos criando.

3 – O suporte aos jogadores é algo essencial a qualquer empresa publicadora, previsto por lei. Poderiam nos dizer qual a atual situação do suporte da Playspot?

Shiba: Quando a Playspot foi criada, um dos pilares da sua criação foi o atendimento ao cliente, pois o nosso objetivo é estar próximos às comunidade e fazer com que os jogadores sintam-se parte da marca Playspot.  E isso não mudou e nunca mudará.

Atualmente trabalhamos com Game Masters dentro dos jogos respondendo aos jogadores e quando os [GM]s não estão online, temos um sistema de ticket para que os usuários enviem suas dúvidas, reclamações, sugestões e eventuais problemas. Nós tentamos responder a todos os tickets o mais rápido possível. Isso quer dizer, respostas simples em até 72 horas e casos que demandam uma análise maior avisamos o jogador sobre o status e ele também pode acompanhar pelo número do ticket que é gerado no ato da chamada.

Além disso, também fazemos atendimento Web 2.0 através das mídias sociais e também temos um gerente de comunidade que modera o fórum e interage direto com os participantes.

Por fim, atendemos até quando os jogadores nos questionam sobre situações especificas, como exemplo, Marketing ou Gerenciamento de produtos, respondendo diretamente e dando total abertura para sugestões.

4 – Comentem um pouco a respeito da interação entre Publicadora x Desenvolvedora e da interação Publicadora x Comunidade?

Shiba: Essa é uma pergunta legal, considerando que o relacionamento da publisher com a desenvolvedora reflete diretamente no que o jogo oferece aos seus clientes. Conversamos com a desenvolvedora a noite toda (considerando o fuso). São conference calls, troca de e-mails, desenvolvimento de um cronograma unificado de ações, eventos e atualizações. Certas vezes, os visitamos para conferir novas atualizações e para falar sobre o status do jogo no Brasil, da mesma forma, eles também nos visitam trazendo informações.  É realmente um relacionamento.

A cada nova desenvolvedora aprendemos mais com eles e eles aprendem mais conosco. As diferenças culturais e o estilo dos jogadores de cada país fazem com que esse aprendizado seja muito legal e traga benefícios mútuos.

Sobre a interação com a comunidade, esse é um dos pontos principais da criação da Playspot, que tem como um dos seus slogans “O ponto de encontro para sua diversão”. Para que a nossa comunidade se divirta, ela precisa estar satisfeita, alimentada pelas informações corretas, pela transparência e sinceridade da empresa.

Tudo isso só pode ser passado se a empresa interagir de maneira que o cliente sinta que faça parte da grande família Playspot. Aqui o jogador não é mais um, cada jogador é visto como parte do nosso time, parte de uma família que temos que manter dentro de um ambiente agradável, divertido e que no final do dia, ele queira jogar na Playspot porque é um lugar onde se sente bem e que tem seus valores respeitados. E sempre que isso não acontecer ele poderá interagir conosco e nos contar o que ocorreu. Afinal nossa missão é cuidar da diversão de vocês =)

5 – Como seria se a Playspot distribuísse o Tree of Savior no Brasil?

Shiba: Essa resposta é carregada de uma carga emocional incrível. Antes de dizer que TOS é um jogo sensacional e que monitoramos desde quando se chamava “Project A”, tenho que dizer que nossa equipe é formada grande parte por pessoas que amavam Ragnarok Online.Esse jogo fez parte de grandes momentos da vida de muitas pessoas aqui, então é natural que no caso de publicarmos TOS no Brasil, trabalharemos duro para que seja o melhor e mais divertido possível. Para que isso aconteça, trabalharemos com os passos abaixo:

– Suporte Online -> Teremos GMs interagindo com os jogadores e trabalhando para que o ambiente dentro do jogo seja o melhor possível

– Suporte Off-line -> Feito através do nosso sistema de ticket, com protocolo gerado para o jogador poder acompanhar o status da sua requisição e mensagens atualizando o que acontece com seu caso

– Eventos -> Temos um time de eventos que se preocupa com todas as datas, não somente a sazonalidade que é padrão no Brasil, mas datas simples que requerem atenção e que podem render eventos criativos e bem divertidos.

– Interação -> Um ponto importante como citado anteriormente, os jogadores poderão interagir com todos os membros da equipe Playspot, tanto dentro do jogo, quanto no fórum e nas mídias sociais. Nossa estratégia é estar junto, e trabalhar junto com a comunidade.

– Comunidade -> Não tem como existir interação sem uma comunidade participativa e isso que nos deixa muito empolgados em trabalhar com TOS, vendo toda essa movimentação antes do jogo ser lançado no Brasil, imaginamos como será fantástico depois que o game chegar.

– Eventos off-line -> Será muito importante participar de eventos para termos contato direto com a comunidade, e para que nossa comunidade também conheça quem são os GMs, interajam diretamente com eles, e que joguem conosco pessoalmente!

– Promoções -> Temos muitos parceiros, e com isso, podemos fazer muitas promoções com produtos e Spot Points. E considerando os itens anteriores (Comunidade e Interação), promoções de vídeos, desenhos, culturais ou concursos farão parte do cotidiano.

– Regras -> Para criar um bom ambiente as regras têm que ser bem claras a fim de coibir ações que atrapalhem a diversão das pessoas.

– Conteúdo -> Jogos como o TOS tem uma grande quantidade de conteúdo e caberá a nós oferecer esse conteúdo da melhor maneira possível, seja via site, hotsite, wiki, etc.

– Estrutura -> Sem dúvida, um produto como TOS não pode ter uma estrutura menor que o seu nome, então hospedaremos o jogo no melhor data center do Brasil, com muita banda para evitar problemas de LAG e toda segurança possível.

– Marketing -> Imprescindível trazer uma grande quantidade de jogadores, criar uma estratégia legal para tornar TOS o jogo número 1 no Brasil e também ressuscitar nos jogadores aquela sensação de jogar com grandes massas, criar sua guilda e fazer parte de um enorme universo virtual.

Esse é um pequeno vislumbre do que será TOS caso seja publicado pela Playspot. Eu poderia ficar escrevendo por horas, e falando das ideias e do que gostaríamos de fazer com o jogo, mas a negociação é difícil e vamos trabalhar duro para tentar transformar esse sonho em realidade.

6 – Considerando os jogadores brasileiros, qual a sua opinião sobre jogos publicados nacionalmente me relação aos publicados internacionalmente?

Shiba: Pensando no tamanho do Brasil e na estrutura do país que ainda não tem internet boa em todas as cidades e também na questão das limitações de idioma, os jogos localizados ajudam bastante. Tire como base o cinema no Brasil que teve quedas assustadoras nas salas porque os filmes estavam sendo exibidos legendados. Em 2012, uma pesquisa do Datafolha apontou que 56% dos frequentadores de cinema preferiam filmes dublados. Quando as salas de cinema começaram a exibir os filmes dublados o número de pessoas assistindo aumentou novamente.

O mesmo acontece com os jogos. Hoje o acesso ao inglês é mais fácil do que alguns anos atrás, mas mesmo assim as pessoas preferem jogar no seu idioma nativo. Outro ponto importante é a hospedagem, os jogos hospedados em um datacenter no Brasil diminuem a chance do LAG mesmo em cidades com menos estrutura do que as grandes capitais.

Seguindo a linha de importância com os jogos aqui no Brasil oferecemos suporte e também pagamento local, sem depender de cartão de crédito internacional, facilitando muito para os jogadores comprarem.

Além de tudo isso, os eventos sazonais podem ser criados em datas importantes no Brasil.

Acredito que vale muito mais para um jogador escolher jogar um título publicado no Brasil, com pessoas que falam a mesma língua que eles e que vão entender as suas necessidades básicas na busca por um produto divertido!

E isso conclui nosso questionário. Faremos outras matérias assim de acordo com as empresas que nos responderem.

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7 comentários

  1. A Playspot tem que conseguir trazer o jogo, estou otimista quanto a isso, eles cuidam muito bem da comunidade, são ativos nos fóruns solucionando os problemas, o unico ponto ruim da Playspot é que eles não se divulgam muito, os jogos são excelentes, conexão com os servidores é ótima mas de novo, o problema é a publicidade que não é tão investida como as outras empresas.
    Eu mesmo já vi a propaganda dos jogos de Luta antigos em que a playspot era simplesmente suporte do jogo, isso no metrô, ver aquilo me deixou tão bem mas o maior publico mesmo estão nas redes sociais.
    Avante, Playspot!

  2. Achei a empresa muito boa, para primeira impressão… espero que ela seja uma boa empresa afinal.
    Pelas respostas tanto LU! e playspot para mim gostei mais da playspot.

  3. Apenas discordo que dependem de CASH. Se houver mensalidade, não há necessidade de CASH.

    Vejo ToS como mais um jogo que se tornará Pay to Win.

    Quem lembra do ragnarok sabe como era antes dos ROPs, e que o começo do fim foi a chegada deles. Começou bem leve, falaram até que nunca iriam vender “manuais de XP” e hoje em dia, bem, basta olhar os servidores.

  4. não que eu seja a favor da playspot …., mas considerando que com certeza sou contra a LUG XD…. me parece a melhor opção até o momento.

  5. Empresa mto pequena eu n boto fé nela não….

  6. Olha o Cabal Online estava uma merda, a PlaySpot pegou melhorou o game. Eu particularmente gostei da publicadora, mas não me arrisco a dizer que é 100%.

  7. Ambas são uma bosta.
    A lug conseguiu acabar com o ragnarok OK, blz! Não sou a favor dela.

    Mas falar q a playspot é a melhor opção, é pq não passou pelas empresas dos donos.
    Bem simples, BoaCompra, gamérica e playspot são do mesmo dono, as duas anteriores conseguiram falir diversos jogos pelo descaso, falta de compromisso, e usurpando o dinheiro dos outros com cash´s caros.
    Quem aqui jogou Magic Campus sabe do que estou falando. Em dois – tres anos de jogo conseguiram mudar 3x o host do Magic Campus. Nesses intervalos a comunidade ABANDONADA, BUGS ROLANDO, SEM ATUALIZAÇÕES(passou-se mais de 1 ano esperando atualização), e nada de pronunciamento da “””distribuidora””””.

    E agora aparecem novamente com uma nova empresa e nova proposta…, sendo que são as mesmas pessoas da empresa anterior. Resumindo só mudou de nome.
    Não tem minha confiança, perto da playspot (gamerica e BC) a LUG é o céu.

    sem mais.

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